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Exposições virtuais

Centro da Memória Médica

O Centro da Memória Médica da Academia Nacional de Medicina é composto pelo acervo histórico do Arquivo, Biblioteca e Museu. O novo espaço físico no térreo do prédio sede da instituição foi inaugurado em 2019, sendo acessível ao público, com um ambiente climatizado, receptivo para atender gratuitamente os visitantes/pesquisadores possibilitando o avanço científico do país, assim como, a perpetuação da história dos grandes cientistas brasileiros.

O espaço abriga um vasto acervo arquivístico, bibliográfico e museológico, composto de instrumentos médicos, artes plásticas, filatelia, óculos, medalhas, peças que fazem parte da história da Academia, objetos de uso pessoal de Acadêmicos, ilustres médicos e personalidades brasileiras.

Além disso possui obras raras, teses, periódicos, folhetos, os Anais da Academia, obras de referências, os prêmios concebidos durante os anos aos participantes, as memórias produzidas pelos membros. Fazem parte também deste acervo documentos textuais (manuscritos, diplomas, atas, dossiês, etc.), documentos iconográficos e audiovisuais que registram as atividades da instituição e de seus membros.

A construção deste espaço por parte da Academia Nacional de Medicina demonstra uma importante iniciativa em preservar e conservar o Patrimônio histórico nacional. Através destes acervos busca-se manter a memória viva, trazendo o passado para perto do presente, visando um futuro glorioso.


Horário de funcionamento:
segunda-feira à sexta-feira das 10h às 17h.

Consultas aos acervos:
Devem ser agendadas pelo e-mail centrodamemoriamedica@anm.org.br ou pelo telefone (21) 3970-8150.

Biblioteca

ATENÇÃO:

Com o objetivo de inibir a disseminação da COVID-19, o Centro da Memória Médica comunica as medidas que adotar:

  1. Está suspenso o atendimento presencial aos usuários por tempo indeterminado;
  2. Está suspensa a realização de eventos nas dependências da instituição;
  3. Estão suspensas as visitações públicas ao edifício-sede da Academia Nacional de Medicina e Centro da Memória Médica.

Tais medidas tem efeito a partir do dia 16 de março de 2020, autorizada pelo Presidente Rubens Belfort Mattos Jr.

Catálogo on-line

A Academia Nacional de Medicina é uma instituição científica-cultural na qual integra e atua na evolução da medicina no Brasil desde sua fundação em 1829. Sua Biblioteca, criada com uma doação de livros feita pelo Marquês de Maricá no séc. XIX, representa um dos grandes símbolos da instituição.

Em seu acervo bibliográfico constam: Livros Raros e Especiais (Séc. XVII/XX); Publicações Biomédicas nacionais e internacionais; Memórias e Monografias dos Acadêmicos; Teses da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (Séc. XIX/XX) e os Anais da Academia Nacional de Medicina, além de outros.

A coleção de Obras Raras e Especiais reúne em torno de 2.300 volumes que foram selecionados e indicados, segundo critérios adotados nacionalmente para reconhecimento de sua raridade e de sua especificidade. Compilado em um catálogo publicado em 2010 e integrando o Plano Nacional de Recuperação de Obras Raras – PLANOR da Fundação Biblioteca Nacional.

As “Memórias” (espécie de trabalho acadêmico semelhante a uma tese de doutorado), um dos requisitos básicos para o médico ingressar como membro titular nessa instituição, faz também parte do acervo.

A Universidade do Brasil foi fundada em 1808, os médicos doutorados produziam material científico para completar o curso, e dessa forma alimentavam o acervo da Universidade, também enviando cópias para outros acervos. A Academia Nacional de Medicina detém parte uma coleção dessas teses da UFRJ que abrange de 1831 a 1931.Os médicos que estabeleceram vínculo com a Academia produziram dissertações especiais que foram coletadas e agrupadas, formando assim a coleção hoje denominada TD – Trabalhos Diversos.Esse material também guarda sua importância científica para consulta, onde seu conteúdo fornece material para questionamentos atuais.

Desde 1831, a ANM publica o periódico médico inicialmente sob a denominação de Semanário de Saúde Pública, no qual são transcritos os trabalhos de seus membros e convidados, discussões levantadas e tratadas nos encontros, fatos históricos e também divulga os pareceres das consultas às questões solicitadas pelo governo. Durante a sua circulação assumiu vários títulos denominando-se hoje os Anais da Academia Nacional de Medicina.

Sua Biblioteca recebeu em 1960 o nome de seu incentivador, Ex-Presidente Acad. Alfredo do Nascimento, quando foi transferida para o prédio sede na Av. General Justo. Consolidado como uma das principais fontes de informação da história da saúde pública e da medicina brasileira, a Biblioteca segue preservando assim a memória registrada e disponibilizando suas obras e estudos científicos aos usuários/pesquisadores.


Dias e horários de funcionamento:
segunda a sexta-feira, das 10h às 17h. 

Consultas ao acervo devem ser agendadas por:
E-mail: centrodamemoriamedica@anm.org.br
Telefone (21) 3970-8156

Arquivo

ATENÇÃO:

Com o objetivo de inibir a disseminação da COVID-19, o Centro da Memória Médica comunica as medidas que adotar:

  1. Está suspenso o atendimento presencial aos usuários por tempo indeterminado;
  2. Está suspensa a realização de eventos nas dependências da instituição;
  3. Estão suspensas as visitações públicas ao edifício-sede da Academia Nacional de Medicina e Centro da Memória Médica.

Tais medidas tem efeito a partir do dia 16 de março de 2020, autorizada pelo Presidente Rubens Belfort Mattos Jr.

Arquivo Sergio D’Avila Aguinága

A Academia Nacional de Medicina é uma instituição cultural científica criada em 1829 com a função de integrar e atuar na evolução da medicina no Brasil. Em seus 191 anos de fundação, a Academia Nacional de Medicina possui um acervo arquivístico rico em informações relacionadas não só à história da medicina e da ciência brasileira, mas aos importantes acontecimentos da história política e social do Brasil.

Nesta instituição estão cerca de 1km de documentos dentre estes o atestado de óbito do Imperador Dom Pedro II, datado em Paris em 5 de dezembro de 1891, é um exemplo de documentos raros que o Arquivo da Academia Nacional de Medicina possui. Como este, há outros documentos raros como a foto de Madamme Durocher, a parteira da família real portuguesa, que foi a primeira mulher a integrar a Academia Nacional de Medicina.

Além de fotos históricas, há a ata de fundação da Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro, em 30 de junho de 1829 e decreto que aprova a Fundação da referida instituição e seu respectivo estatuto (Marques de Caravellas – Palácio do Rio de Janeiro, em 30 de Janeiro de 1830), com autorização por escrito de Sua Majestade Imperial Dom Pedro I.

O Arquivo foi fundado em 2005 recebendo o nome do seu maior idealizador e incentivador o Ex-Presidente Acadêmico Sergio D’Avila Aguinága. Tornou-se uma unidade independente, representando a estrutura fundamental para o desempenho administrativo e preservação da memória institucional e da medicina brasileira. 

Seu acervo preserva documentos textuais (diplomas, pareceres, atas, plantas, relatórios, boletins, estatutos, regimento, livros de presença, dossiês, recortes de revistas, jornais, correspondência), documentos iconográficos (fotografia, negativos de 35 mm, slides), documentos audiovisuais (fitas betacam, DVDs, VHS) e documentos sonoros (fitas cassetes) que registram as atividades da instituição, funções e ações de seus membros, e outras personalidades da ciência e da medicina. 


Dias e horários de funcionamento:
segunda a sexta-feira, das 10h às 17h. 

Consultas ao acervo devem ser agendadas por:
E-mail: centrodamemoriamedica@anm.org.br
Telefone (21) 3970-8156

Museu

O Museu Inaldo de Lyra Neves-Manta está temporariamente fechado em virtude das obras no Centro da Memória Médica.

O Museu Inaldo de Lyra Neves-Manta recebeu este nome em homenagem ao Presidente Neves Manta, em 8 de julho de 1965, que trabalhou intensamente por sua reabertura.

Mas sua fundação data do fim do século XIX, constando da ata da sessão de 14 de abril de 1898. Nesta época, era denominado “Museu Anátomo-pathológico e de Curiosidades Médicas”. Com a mudança para a sede da ANM, seu acervo foi enriquecido, com doações relevantes por parte de acadêmicos e de médicos ilustres.

Um dos poucos museus brasileiros dedicados a divulgar a memória da Medicina no Brasil, seu acervo, com cerca de 1.500 peças, tem por objetivo trazer ao conhecimento de profissionais, estudantes e leigos o processo evolutivo de instrumentação cirúrgica, bem como de divulgar a arte brasileira relacionada à ciência médica ou ao patrimônio histórico.

O acervo museológico é composto de peças de relevância científica como instrumentos médicos, artes plásticas, filatelia, óculos, medalhas, peças que fazem parte da história evolutiva da medicina brasileira.

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