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Síndromes pós-covid

Dificuldade de atenção, perda de memória, palpitação, redução da capacidade pulmonar, hepatite, perda de cabelo, baixa acuidade visual, insuficiência renal, trombose, problemas com sono. Estas são apenas algumas das consequências que podem ser causadas pela covid-19. 

Nesta quinta-feira (8/4), a partir das 14:00, encontro da ANM promoverá esclarecimentos sobre as doenças pós-covid. 

Entre os convidados, os acadêmicos Celso Ramos que falará sobre a infectologia; José Galvão Alves abordará as alterações gastrointestinais; Fábio Jatene focará nos aspectos do coração; Patrícia Rocco pontuará a infecção no pulmão; o fígado e as vias biliares será tema do hepatologista Carlos Eduardo Brandão, as manifestações cutâneas serão assunto do dermatologista Omar Lupi; o transplante renal pós-covid será enfocado por José Medina. Problemas renais, no ouvido e na garganta, psiquiátricos e os pacientes oncológicos serão ainda abordados, respectivamente, pelos médicos José Suassuna, Jair de Castro, Antonio Egídeo Nardi e Paulo Hoff. A oftalmologista Heloisa Nascimento, do Programa Jovens Lideranças Médicas da ANM, falará sobre impacto da covid na retina.

O encontro ainda contará com Carmita Abdo falando de sexualidade e covid; a jornalista Claudia Collucci, da Folha de São Paulo, que abordará as lacunas na assistência aos sequelados; Fabricio Braga Silva que discutirá a importância da reabilitação; e Flávio Kapczinski com as manifestações neuropsiquiátricas.

Coordenado pelos acadêmicos Carlos Alberto Barros Franco e José Galvão Alves, a live é gratuita e não necessita inscrições prévias.

Serviço:
Data: quinta-feira (8/4)
Horário: a partir das 14 horas
Live: zoom/anmbr ou facebook/acadnacmed

Transplante de fígado

O médico Yuri Longatto Boteon participa do Programa Jovens Lideranças Médicas da ANM e, em 2020, uma grande conquista para a sociedade brasileira e, quiçá, internacional. 

Ele trabalha na equipe de transplante de fígado do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e participa de um projeto de implementação de nova tecnologia para preservação de órgãos de doadores de fígado – uma máquina de preservação hepática. 

Entre os artigos publicados por Boteon, um deles faz a descrição sobre a diminuição da recorrência de tumores após o transplante por carcinoma hepatocelular quando usado o dispositivo inovador e que pode mudar as perspectivas de quem precisa de um transplante de fígado.

No Brasil, a demanda por fígados de doadores extrapola em muito a oferta. A necessidade é mais do que o dobro dos doadores. Em 2019, foram realizados em todo o país 2.245 transplantes e estima-se que a necessidade era de 5.212 fígados. Outro dado importante é que apenas 52% dos doadores elegíveis tiveram seus órgãos transplantados, ou seja, 48% de órgãos que poderiam ter sido transplantados, não foram utilizados.

Para quem quiser saber mais sobre o assunto, o artigo de Boteon, intitulado “Perspectiva para a máquina de perfusão hepática ex situ no Brasil” foi publicado em português na Revista do Colegio Brasileiro de Cirurgiões e o link é https://www.scielo.br/scielo.php.

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