Área do acadêmico Transmissão ao vivo
EN PT ES

José Luiz da Costa

O Dr. José Luiz da Costa nasceu na cidade do Porto, em Portugal.

Doutorou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1848, defendendo tese intitulada “Considerações sobre o amor”.

Eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina em 1861, apresentando Memória intitulada “Medicina legal da alienação mental”.

Foi médico do Hospital de D. Pedro II e devido a moléstia metal que sofria foi internado no mesmo local. No Hospital escreveu um importante documento sobre auto-observação chamado “Loucura como alteração das Forças da Matéria” em que descrevia os estudos que realizou sobre os delírios e alucinações que sentia.

Em seus estudos opunha-se à posição assumida pela escola vitalista e definia a alienação mental, inquestionavelmente, como uma “nevrose do cérebro” que “perverte e desnatura todos os sentidos, todas as sensações dos homens”.

Faleceu em 24 de abril de 1887.

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 84

Cadeira: -

Membro: Titular

Secção:

Eleição: 13/05/1861

Posse: 22/07/1861

Sob a presidência: Antonio Felix Martins (Barão de São Felix)

Falecimento: 24/04/1887

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 84

Cadeira: -

Membro: Titular

Secção:

Eleição: 13/05/1861

Posse: 22/07/1861

Sob a presidência: Antonio Felix Martins (Barão de São Felix)

Falecimento: 24/04/1887

O Dr. José Luiz da Costa nasceu na cidade do Porto, em Portugal.

Doutorou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1848, defendendo tese intitulada “Considerações sobre o amor”.

Eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina em 1861, apresentando Memória intitulada “Medicina legal da alienação mental”.

Foi médico do Hospital de D. Pedro II e devido a moléstia metal que sofria foi internado no mesmo local. No Hospital escreveu um importante documento sobre auto-observação chamado “Loucura como alteração das Forças da Matéria” em que descrevia os estudos que realizou sobre os delírios e alucinações que sentia.

Em seus estudos opunha-se à posição assumida pela escola vitalista e definia a alienação mental, inquestionavelmente, como uma “nevrose do cérebro” que “perverte e desnatura todos os sentidos, todas as sensações dos homens”.

Faleceu em 24 de abril de 1887.