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José Marciano da Silva Pontes

O Dr. José Marciano da Silva Pontes nasceu em 22 de março de 1832 em Mariana, no Estado de Minas Gerais. Filho de Antônio Marciano da Silva Pontes e de D. Sebastiana Constança da Silva.

Doutorou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1863, defendendo a tese intitulada “Albumina – quais são as condições patológicas que a determinam”.

Foi eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina em 1864, apresentando duas Memórias intituladas, “Da dispepsia e seu tratamento” e “Da natureza e tratamento da coqueluche”.

Além disso, José Marciano da Silva Pontes foi Membro Titular e membro da Comissão Central do Imperial Instituto Médico Fluminense, inaugurado em 1867. Participou também, junto aos ilustres médicos José Martins da Rocha e Francisco Leocádio de Figueiredo, da criação do estatuto do Instituto.

Faleceu em 4 de novembro de 1887.

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 96

Cadeira: -

Membro: Titular

Secção:

Eleição: 30/05/1864

Posse: 30/05/1864

Sob a presidência: Antonio Felix Martins (Barão de São Felix)

Falecimento: 04/11/1887

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 96

Cadeira: -

Membro: Titular

Secção:

Eleição: 30/05/1864

Posse: 30/05/1864

Sob a presidência: Antonio Felix Martins (Barão de São Felix)

Falecimento: 04/11/1887

O Dr. José Marciano da Silva Pontes nasceu em 22 de março de 1832 em Mariana, no Estado de Minas Gerais. Filho de Antônio Marciano da Silva Pontes e de D. Sebastiana Constança da Silva.

Doutorou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1863, defendendo a tese intitulada “Albumina – quais são as condições patológicas que a determinam”.

Foi eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina em 1864, apresentando duas Memórias intituladas, “Da dispepsia e seu tratamento” e “Da natureza e tratamento da coqueluche”.

Além disso, José Marciano da Silva Pontes foi Membro Titular e membro da Comissão Central do Imperial Instituto Médico Fluminense, inaugurado em 1867. Participou também, junto aos ilustres médicos José Martins da Rocha e Francisco Leocádio de Figueiredo, da criação do estatuto do Instituto.

Faleceu em 4 de novembro de 1887.