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José Mathias Gurgel do Amaral

Nasceu em 18 de agosto de 1865, no Estado de Minas Gerais. Filho de José Alexandre de Souza Gurgel do Amaral e de D. Ernestina de Souza Gurgel do Amaral.

Doutorou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina no Rio de Janeiro em 1894.

Eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina em 1897, apresentando a memória intitulada “Tipificação Patológica do Clima do Rio de Janeiro”. Na instituição, participou da Comissão de Redação dos Anais (1907-1908).

Nomeado em 1908 inspetor sanitário da Diretoria Geral de Saúde Pública durante o governo do Affonso Penna.

Escreveu o romance “Humanidade e Devoção – A Saga da Medicina na Família Gurgel do Amaral”. Escrito a partir do aproveitamento de um ensaio biográfico em seu leito de morte. Com o propósito de deixar um legado histórico às gerações vindouras relatando a história da medicina nos meados do Século XIX, incluindo a vivência de seu pai, Dr. José Alexandre de Souza Gurgel do Amaral (1837-1895), relatou sua própria vida, na qual, em um ato orgulhoso e tradicional, seguiu o mesmo caminho da medicina indicado por seu pai.

Em uma das citações do livro, afirma: “As mãos dos médicos que tocam os doentes com desvelo são responsáveis por 50% das curas. Sem o zelo primordial, afirmo, muitas vidas se perderão apesar da técnica avançada que chegará junto com os novos tempos. A cura deve ser iniciada pela troca do calor humano que devolve o equilibro funcional ao doente através da relação de confiança que se estabelece, entre o médico e o paciente, antes mesmo que o mal seja tratado. Quando chega a hora do procedimento terapêutico, o doente está quase bom. Seu organismo está sob o efeito do melhor remédio para a cura: a força atenciosa do amor de quem cuida.”

Faleceu em 27 de junho de 1948.

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 182

Cadeira: 30 - Jorge Soares de Gouvêa

Membro: Titular

Secção: Cirurgia

Eleição: 16/12/1897

Posse: 16/12/1897

Sob a presidência: Antonio José Pereira da Silva Araújo

Antecessor: José Alexandre de Souza Gurgel do Amaral

Falecimento: 27/06/1948

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 182

Cadeira: 30 - Jorge Soares de Gouvêa

Membro: Titular

Secção: Cirurgia

Eleição: 16/12/1897

Posse: 16/12/1897

Sob a presidência: Antonio José Pereira da Silva Araújo

Antecessor: José Alexandre de Souza Gurgel do Amaral

Falecimento: 27/06/1948

Nasceu em 18 de agosto de 1865, no Estado de Minas Gerais. Filho de José Alexandre de Souza Gurgel do Amaral e de D. Ernestina de Souza Gurgel do Amaral.

Doutorou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina no Rio de Janeiro em 1894.

Eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina em 1897, apresentando a memória intitulada “Tipificação Patológica do Clima do Rio de Janeiro”. Na instituição, participou da Comissão de Redação dos Anais (1907-1908).

Nomeado em 1908 inspetor sanitário da Diretoria Geral de Saúde Pública durante o governo do Affonso Penna.

Escreveu o romance “Humanidade e Devoção – A Saga da Medicina na Família Gurgel do Amaral”. Escrito a partir do aproveitamento de um ensaio biográfico em seu leito de morte. Com o propósito de deixar um legado histórico às gerações vindouras relatando a história da medicina nos meados do Século XIX, incluindo a vivência de seu pai, Dr. José Alexandre de Souza Gurgel do Amaral (1837-1895), relatou sua própria vida, na qual, em um ato orgulhoso e tradicional, seguiu o mesmo caminho da medicina indicado por seu pai.

Em uma das citações do livro, afirma: “As mãos dos médicos que tocam os doentes com desvelo são responsáveis por 50% das curas. Sem o zelo primordial, afirmo, muitas vidas se perderão apesar da técnica avançada que chegará junto com os novos tempos. A cura deve ser iniciada pela troca do calor humano que devolve o equilibro funcional ao doente através da relação de confiança que se estabelece, entre o médico e o paciente, antes mesmo que o mal seja tratado. Quando chega a hora do procedimento terapêutico, o doente está quase bom. Seu organismo está sob o efeito do melhor remédio para a cura: a força atenciosa do amor de quem cuida.”

Faleceu em 27 de junho de 1948.