A Academia Nacional de Medicina inicia, neste mês, o calendário oficial de atividades científicas do ano, reafirmando seu compromisso histórico com o debate qualificado, a produção de conhecimento e a contribuição ativa para os grandes temas da saúde no país.

A programação tem início no dia 5 de março (quinta-feira), com a sessão “Avanços na Visualização de Sistemas Biológicos”, organizada pelo Acadêmico Wanderley de Souza. O encontro propõe uma reflexão sobre as novas tecnologias e metodologias aplicadas à investigação dos sistemas biológicos, evidenciando o impacto dessas ferramentas no avanço da pesquisa biomédica.
No dia 12 de março (quinta-feira), a Academia realiza sessão especial sobre o “Dia Mundial do Rim”, sob a organização dos Acadêmicos Rui Maciel, Miguel Carlos Riella, Natalino Salgado, Mauricio Younes Ibrahim e José Suassuna. A atividade reforça o compromisso da Instituição com o debate sobre prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças renais, além de ampliar a discussão sobre políticas públicas voltadas à saúde renal.
Já em 19 de março (quinta-feira), será promovida a sessão em celebração ao “Dia da Mulher e à Cesariana Moderna“, organizada pelos Acadêmicos Carlos Giesta, Jorge de Rezende Filho, Maurício Magalhães, Marcelo Zugaib, Henrique Salvador e Waldemar Naves do Amaral. A sessão propõe uma abordagem histórica e científica sobre a evolução da cesariana, aliada a reflexões contemporâneas acerca da saúde da mulher e dos avanços na assistência obstétrica.
À frente da Academia no biênio 2026–2027, o Presidente, Acadêmico Antonio Egidio Nardi, destacou a importância de dar continuidade aos temas estruturantes debatidos na gestão anterior.
Perguntado sobre a manutenção das pautas conduzidas durante o biênio 2024–2025, o Acadêmico assegurou que elas permanecerão no centro das discussões da Casa:
“As pautas debatidas durante o biênio 2024–2025 serão mantidas, principalmente no que diz respeito ao ensino da medicina, que exige constante atenção da Academia.”
Com uma agenda que articula ciência básica, especialidades clínicas e temas estratégicos para a formação médica, a Academia reafirma, neste início de ano, seu papel como fórum permanente de excelência, reflexão crítica e contribuição institucional para o desenvolvimento da medicina brasileira.