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Bernardo Henrique de Nunes Couto

Bernardo Couto nasceu em São Luiz do Maranhão, em 19 de janeiro de 1918. Local onde seu pai o Desembargador Henrique Couto exercia a magistratura. Veio para o Rio de Janeiro no final da adolescência. Aqui, após brilhante concurso vestibular, ingressou na saudosa Faculdade de Medicina da Praia Vermelha, onde se diplomou em 1941. Trabalhou na Santa Casa de Misericórdia e depois no Instituto de Neurologia da Universidade do Brasil. No Instituto o papel desempenhado por Bernardo foi fundamental. 

Com sua sólida cultura neurológica formou discípulos, em longas manhãs, no Ambulatório, examinando pacientes, ensinando e discutindo com os jovens médicos os segredos da especialidade.

Em 1960 após ter realizado concursos brilhantes de Livre-Docência, na UFRJ e na UFF, candidatou-se ao concurso para Catedrático de Neurologia da Faculdade de Medicina da UFF, sendo aprovado com louvor.

Quando da aposentadoria por implemento de idade do Prof. Deolindo Couto, os docentes-livres à época, redigiram documento para a Congregação da Faculdade de Medicina da UFRJ, no qual declaravam que tendo em vista a excelência do Curriculum vitae do Prof. Bernardo Couto, eles nada tinham a opor a que o mesmo fosse transferido da UFF par a UFRJ.

Com a inauguração do Hospital Universitário (1978), Bernardo Couto acumulou as funções de diretor do Instituto de Neurologia e Chefe do Serviço de Neurologia do Hospitla Universitário.

Entre as diversas funções que exercia, sem dúvida a que desempenhava com maior prazer era a de professor. Sua excepcionalidade no mister angariou-lhe repetidas eleições para ser homenageado, paraninfo e patrono dos formandos. No fim de sua vida, já afastado da UFRJ, prosseguiu lecionando na Escola de Medicina da Fundação Souza Marques

Foi Presidente da Academia Brasileira de Neurologia.

Faleceu em 30 de novembro de 1997.

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 435

Cadeira: 58 - Aloysio de Castro

Membro: Emérito

Secção: Medicina

Eleição: 14/05/1959

Posse: 25/06/1959

Sob a presidência: Deolindo Augusto de Nunes Couto

Saudado: Carlos Cruz Lima

Emerência: 30/05/1985

Antecessor: Odilon Vieira Gallotti

Falecimento: 30/11/1997

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 435

Cadeira: 58 - Aloysio de Castro

Membro: Emérito

Secção: Medicina

Eleição: 14/05/1959

Posse: 25/06/1959

Sob a presidência: Deolindo Augusto de Nunes Couto

Saudado: Carlos Cruz Lima

Emerência: 30/05/1985

Antecessor: Odilon Vieira Gallotti

Falecimento: 30/11/1997

Bernardo Couto nasceu em São Luiz do Maranhão, em 19 de janeiro de 1918. Local onde seu pai o Desembargador Henrique Couto exercia a magistratura. Veio para o Rio de Janeiro no final da adolescência. Aqui, após brilhante concurso vestibular, ingressou na saudosa Faculdade de Medicina da Praia Vermelha, onde se diplomou em 1941. Trabalhou na Santa Casa de Misericórdia e depois no Instituto de Neurologia da Universidade do Brasil. No Instituto o papel desempenhado por Bernardo foi fundamental. 

Com sua sólida cultura neurológica formou discípulos, em longas manhãs, no Ambulatório, examinando pacientes, ensinando e discutindo com os jovens médicos os segredos da especialidade.

Em 1960 após ter realizado concursos brilhantes de Livre-Docência, na UFRJ e na UFF, candidatou-se ao concurso para Catedrático de Neurologia da Faculdade de Medicina da UFF, sendo aprovado com louvor.

Quando da aposentadoria por implemento de idade do Prof. Deolindo Couto, os docentes-livres à época, redigiram documento para a Congregação da Faculdade de Medicina da UFRJ, no qual declaravam que tendo em vista a excelência do Curriculum vitae do Prof. Bernardo Couto, eles nada tinham a opor a que o mesmo fosse transferido da UFF par a UFRJ.

Com a inauguração do Hospital Universitário (1978), Bernardo Couto acumulou as funções de diretor do Instituto de Neurologia e Chefe do Serviço de Neurologia do Hospitla Universitário.

Entre as diversas funções que exercia, sem dúvida a que desempenhava com maior prazer era a de professor. Sua excepcionalidade no mister angariou-lhe repetidas eleições para ser homenageado, paraninfo e patrono dos formandos. No fim de sua vida, já afastado da UFRJ, prosseguiu lecionando na Escola de Medicina da Fundação Souza Marques

Foi Presidente da Academia Brasileira de Neurologia.

Faleceu em 30 de novembro de 1997.