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Helion Póvoa Filho

Nasceu em 6 de julho de 1929, no Rio de Janeiro (RJ).

Filho do também Acadêmico Hélion de Menezes Póvoa e Maria Nair Pires Ferreira Póvoa.

Graduou-se em Medicina em 1953, pela Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Professor Titular de Patologia Clínica na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) e na PUC-RJ; Professor Titular de Bioquímica da Universidade Gama Filho (RJ) e de Patologia Geral no Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso), em Teresópolis (RJ); Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz (RJ); Professor Visitante de Nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, em Boston (EUA); Livre Docente de Bioquímica Clínica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e de Patologia Clínica na UFRJ.

Autor de cerca de 400 trabalhos de pesquisa, sendo que 80 publicados em periódicos internacionais. Também escreveu sete livros, três técnicos e quatro voltados para o público leigo.

Associado atuante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, apresentou palestras e participou de mesas redondas que deram grande impulso às atividades científicas da Sociedade nas décadas de 1950 e 1960. Em 1966, integrou a comissão encarregada de elaborar a concessão de Título de Especialista em Patologia Clínica.

Em 1958, mesmo ano em que fundou o Laboratório Helion Póvoa, casou-se com a advogada Maria Lucia Galloti, com quem teve três filhos. Nunca realizou o desejo de escrever um trabalho em colaboração com o pai, conforme era desejo de ambos, em razão do falecimento deste em 09 de abril de 1944.

Foi pioneiro na medicina laboratorial, com a introdução de novos métodos e dosagens, como as de colesterol HDL, hemoglobina glicada, radicais livres, radioimunoensaio e marcadores bioquímicos do sêmen, entre outros.

Em agosto de 2013, o médico recebeu da Câmara Municipal do Rio de Janeiro a Medalha de Mérito Pedro Ernesto, principal comenda do município.

Na ocasião de sua candidatura a Membro Titular da Academia Nacional de Medicina, apresentou memória intitulada “Aspectos Bioquímicos do Sêmen Humano”.

Faleceu em 10 de agosto de 2014.

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 527

Cadeira: 100 - Ezequiel Corrêa dos Santos

Membro: Titular

Secção: Ciencias aplicadas à Medicina

Eleição: 13/05/1982

Posse: 10/08/1982

Sob a presidência: Deolindo Augusto de Nunes Couto

Saudado: Eleuthério Brum Negreiros

Antecessor: José Messias do Carmo

Falecimento: 10/08/2014

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 527

Cadeira: 100 - Ezequiel Corrêa dos Santos

Membro: Titular

Secção: Ciencias aplicadas à Medicina

Eleição: 13/05/1982

Posse: 10/08/1982

Sob a presidência: Deolindo Augusto de Nunes Couto

Saudado: Eleuthério Brum Negreiros

Antecessor: José Messias do Carmo

Falecimento: 10/08/2014

Nasceu em 6 de julho de 1929, no Rio de Janeiro (RJ).

Filho do também Acadêmico Hélion de Menezes Póvoa e Maria Nair Pires Ferreira Póvoa.

Graduou-se em Medicina em 1953, pela Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Professor Titular de Patologia Clínica na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) e na PUC-RJ; Professor Titular de Bioquímica da Universidade Gama Filho (RJ) e de Patologia Geral no Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso), em Teresópolis (RJ); Pesquisador Titular da Fundação Oswaldo Cruz (RJ); Professor Visitante de Nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, em Boston (EUA); Livre Docente de Bioquímica Clínica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e de Patologia Clínica na UFRJ.

Autor de cerca de 400 trabalhos de pesquisa, sendo que 80 publicados em periódicos internacionais. Também escreveu sete livros, três técnicos e quatro voltados para o público leigo.

Associado atuante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, apresentou palestras e participou de mesas redondas que deram grande impulso às atividades científicas da Sociedade nas décadas de 1950 e 1960. Em 1966, integrou a comissão encarregada de elaborar a concessão de Título de Especialista em Patologia Clínica.

Em 1958, mesmo ano em que fundou o Laboratório Helion Póvoa, casou-se com a advogada Maria Lucia Galloti, com quem teve três filhos. Nunca realizou o desejo de escrever um trabalho em colaboração com o pai, conforme era desejo de ambos, em razão do falecimento deste em 09 de abril de 1944.

Foi pioneiro na medicina laboratorial, com a introdução de novos métodos e dosagens, como as de colesterol HDL, hemoglobina glicada, radicais livres, radioimunoensaio e marcadores bioquímicos do sêmen, entre outros.

Em agosto de 2013, o médico recebeu da Câmara Municipal do Rio de Janeiro a Medalha de Mérito Pedro Ernesto, principal comenda do município.

Na ocasião de sua candidatura a Membro Titular da Academia Nacional de Medicina, apresentou memória intitulada “Aspectos Bioquímicos do Sêmen Humano”.

Faleceu em 10 de agosto de 2014.