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Jorge Moitinho Dória

Nascido em 26 de julho de 1899, no Rio de Janeiro (RJ). Filho de José Azevedo Dória e D. Julita Moitinho Dória.

Doutorou-se pela Faculdade Nacional de Medicina em 1923, com tese intitulada “Quistos e Pseudo-Quistos Pancreáticos”.

Interno da 3ª Cadeira de Clínica Cirúrgica do Professor Augusto Paulino e dos Postos de Pronto Socorro da Assistência Pública.

Atuou como organizador dos Serviços Cirúrgicos e Chefe de Clínica Cirúrgica do Hospital Carlos Chagas; Diretor do Hospital da Gamboa; Diretor do Hospital Miguel Couto; Cirurgião Chefe e Chefe do Departamento Hospitalar da Secretaria Geral de Assistência e Saúde.

Foi Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões; Membro de Honra do Institutos de Ciências Médicas do México; Membro da Real Academia de Gênova; Membro efetivo da Sociedade de Medicina e Cirurgia.

Fundador da Cruz Vermelha Brasileira, onde regulou e estatuiu a sua finalidade.

O 3º Congresso Médico latino-americano concedeu-lhe voto de louvor pela publicação de um livro escrito em castelhano sob o título: “Como se Vive e Quanto se Vive”.

Durante anos serviu no Metropolitan Hospital – América do Norte, chefiando o pavilhão de tuberculose, onde estabeleceu o uso do pneumotórax terapêutico. Ao deixar as funções de chefe, quatro médicos americanos lhe consagraram os feitos, escrevendo um livro sobre a sua atividade profissional. Foi o pioneiro do pneumotórax nas Américas.

Eleito como Membro Titular da Academia Nacional de Medicina em 28 de novembro 1940 com a memória intitulada “Pancreatites Agudas – Tratamento Cirúrgico”. Na instituição, participou da Comissão de Redação dos Anais (1942-1943; 1943-1944) e da Diretoria (1959-1961), como Tesoureiro. Em 13 de julho de 1970, tornou-se Membro Emérito.

Faleceu em 9 de dezembro de 1972, no Rio de Janeiro.

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 372

Cadeira: 29 - Daniel de Oliveira Barros D’Almeida

Membro: Emérito

Secção: Cirurgia

Eleição: 28/11/1940

Posse: 08/05/1941

Sob a presidência: Aloysio de Castro

Saudado: Darcy Bastos de Souza Monteiro

Emerência: 13/07/1970

Antecessor: Joaquim Antonio de Oliveira Botelho

Falecimento: 12/09/1972

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 372

Cadeira: 29 - Daniel de Oliveira Barros D’Almeida

Membro: Emérito

Secção: Cirurgia

Eleição: 28/11/1940

Posse: 08/05/1941

Sob a presidência: Aloysio de Castro

Saudado: Darcy Bastos de Souza Monteiro

Emerência: 13/07/1970

Antecessor: Joaquim Antonio de Oliveira Botelho

Falecimento: 12/09/1972

Nascido em 26 de julho de 1899, no Rio de Janeiro (RJ). Filho de José Azevedo Dória e D. Julita Moitinho Dória.

Doutorou-se pela Faculdade Nacional de Medicina em 1923, com tese intitulada “Quistos e Pseudo-Quistos Pancreáticos”.

Interno da 3ª Cadeira de Clínica Cirúrgica do Professor Augusto Paulino e dos Postos de Pronto Socorro da Assistência Pública.

Atuou como organizador dos Serviços Cirúrgicos e Chefe de Clínica Cirúrgica do Hospital Carlos Chagas; Diretor do Hospital da Gamboa; Diretor do Hospital Miguel Couto; Cirurgião Chefe e Chefe do Departamento Hospitalar da Secretaria Geral de Assistência e Saúde.

Foi Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões; Membro de Honra do Institutos de Ciências Médicas do México; Membro da Real Academia de Gênova; Membro efetivo da Sociedade de Medicina e Cirurgia.

Fundador da Cruz Vermelha Brasileira, onde regulou e estatuiu a sua finalidade.

O 3º Congresso Médico latino-americano concedeu-lhe voto de louvor pela publicação de um livro escrito em castelhano sob o título: “Como se Vive e Quanto se Vive”.

Durante anos serviu no Metropolitan Hospital – América do Norte, chefiando o pavilhão de tuberculose, onde estabeleceu o uso do pneumotórax terapêutico. Ao deixar as funções de chefe, quatro médicos americanos lhe consagraram os feitos, escrevendo um livro sobre a sua atividade profissional. Foi o pioneiro do pneumotórax nas Américas.

Eleito como Membro Titular da Academia Nacional de Medicina em 28 de novembro 1940 com a memória intitulada “Pancreatites Agudas – Tratamento Cirúrgico”. Na instituição, participou da Comissão de Redação dos Anais (1942-1943; 1943-1944) e da Diretoria (1959-1961), como Tesoureiro. Em 13 de julho de 1970, tornou-se Membro Emérito.

Faleceu em 9 de dezembro de 1972, no Rio de Janeiro.