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Octávio Ayres

Nasceu em 8 de maio de 1880, na capital de Teresina, no Estado do Piauí. Filho de Jovino Pinto Ayres e D. Cândida Lobato Ayres.

Doutorou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1910, defendeu a tese intitulada “Da pressão Arterial”, o primeiro trabalho publicado sobre o tema no Brasil.

Ocupou diversos cargos técnicos, como diretor do Hospital São João Batista, no bairro da Lagoa, que pertencia a Santa Casa de Misericórdia, e médico-adjunto na Serviço de Saúde da Brigada Policial do antigo Distrito Federal.

Em sua atuação como docente destacam-se os seguintes cargos catedrático da Faculdade de Ciências Médicas, foi professor de Higiene Escolar, e professor de História Universal da Escola de Minas do Ouro Preto.

Eleito em 1924 Membro Titular da Academia Nacional de Medicina com a memória intitulada “Moléstia de Parkinson”. Sua cerimônia de posse ocorreu em 1925 sob a presidência do Acad. Miguel de Oliveira Couto. Solicitou transferência para Membro Emérito em 1957.

Foi membro de conselhos e comissões examinadoras para magistério superior, sociedades e associações nacionais, tais como Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, Sociedade de Psiquiatria e Medicina legal.

Faleceu em 28 de fevereiro de 1964, no Rio de Janeiro.

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 298

Cadeira: 05 - Pedro Affonso de Carvalho Franco

Membro: Emérito

Secção: Medicina

Eleição: 30/10/1924

Posse: 14/05/1925

Sob a presidência: Miguel de Oliveira Couto

Saudado: Luiz do Nascimento Gurgel

Emerência: 25/04/1957

Antecessor: Ismael da Rocha

Falecimento: 28/02/1964

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 298

Cadeira: 05 - Pedro Affonso de Carvalho Franco

Membro: Emérito

Secção: Medicina

Eleição: 30/10/1924

Posse: 14/05/1925

Sob a presidência: Miguel de Oliveira Couto

Saudado: Luiz do Nascimento Gurgel

Emerência: 25/04/1957

Antecessor: Ismael da Rocha

Falecimento: 28/02/1964

Nasceu em 8 de maio de 1880, na capital de Teresina, no Estado do Piauí. Filho de Jovino Pinto Ayres e D. Cândida Lobato Ayres.

Doutorou-se pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1910, defendeu a tese intitulada “Da pressão Arterial”, o primeiro trabalho publicado sobre o tema no Brasil.

Ocupou diversos cargos técnicos, como diretor do Hospital São João Batista, no bairro da Lagoa, que pertencia a Santa Casa de Misericórdia, e médico-adjunto na Serviço de Saúde da Brigada Policial do antigo Distrito Federal.

Em sua atuação como docente destacam-se os seguintes cargos catedrático da Faculdade de Ciências Médicas, foi professor de Higiene Escolar, e professor de História Universal da Escola de Minas do Ouro Preto.

Eleito em 1924 Membro Titular da Academia Nacional de Medicina com a memória intitulada “Moléstia de Parkinson”. Sua cerimônia de posse ocorreu em 1925 sob a presidência do Acad. Miguel de Oliveira Couto. Solicitou transferência para Membro Emérito em 1957.

Foi membro de conselhos e comissões examinadoras para magistério superior, sociedades e associações nacionais, tais como Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, Sociedade de Psiquiatria e Medicina legal.

Faleceu em 28 de fevereiro de 1964, no Rio de Janeiro.