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Benjamin Antonio da Rocha Faria

Nascido Benjamin Antônio da Rocha Faria Júnior, em 09 de abril de 1853, natural do estado do Rio Grande do Sul, filho de Benjamin Antonio da Rocha Faria e D. Josefa Paranhos da Rocha Faria.

Fez seus preparatórios no Externato Aquino, no Rio de Janeiro. Graduou-se em Medicina em 1875 e defendeu tese de doutoramento intitulada “Lesões Traumáticas do Encéfalo”.

O Dr. Rocha Faria começou clinicando nos subúrbios, depois abriu a Clínica Urbana na Rua Direita. Em 1885, obteve por concurso o cargo de Professor Adjunto de Higiene e História da Medicina, tornando-se Catedrático em 1888, após a transferência do titular, Nuno de Andrade, para a primeira cadeira de Clínica Médica. Em dezembro, foi nomeado inspetor-geral de Higiene Pública, onde permaneceu até 1890.

Enquanto erguia o Hospital São Sebastião, iniciava a construção de desinfetórios periféricos. Em abril de 1889, reorganizou o laboratório de higiene da Faculdade de Medicina, destacando dele o serviço de análise de bebidas e alimentos que, na República, tornou-se o Laboratório Nacional de Análises.

Ainda em 1889, foi agraciado com a comenda da Ordem de N. S. de Jesus Cristo.

Em 1896 foi presidente do Conselho Municipal de Higiene e Assistência Pública.

Foi eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina, em 1897, e transferiu-se para a categoria de Honorário a 01/09/1927. Foi Presidente da Secção de Medicina entre 1900 e 1902. É o Patrono da Cadeira 13.

Em 1916, passou a cátedra de higiene a Afrânio Peixoto, mas chefiou a enfermaria da Santa Casa de Misericórdia até 1932, quando completou 33 anos de serviço. Trabalhou, ainda, no Hospital da Beneficência Portuguesa.

É, ainda, o Patrono da cadeira 9 da Academia Brasileira de Medicina Militar.

Faleceu a 26 de janeiro de 1936, na cidade do Rio de Janeiro.

O nome do Hospital Estadual Rocha Faria, localizado na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, foi escolhido em sua homenagem, em 1940.

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 180

Cadeira: 13 -

Cadeira homenageado: 13

Membro: Titular

Secção: Medicina

Eleição: 18/11/1897

Posse: 25/11/1897

Sob a presidência: Antonio José Pereira da Silva Araújo

Saudado: Antonio José Pereira da Silva Araújo

Falecimento: 26/01/1936

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 180

Cadeira: 13 -

Cadeira homenageado: 13

Membro: Titular

Secção: Medicina

Eleição: 18/11/1897

Posse: 25/11/1897

Sob a presidência: Antonio José Pereira da Silva Araújo

Saudado: Antonio José Pereira da Silva Araújo

Falecimento: 26/01/1936

Nascido Benjamin Antônio da Rocha Faria Júnior, em 09 de abril de 1853, natural do estado do Rio Grande do Sul, filho de Benjamin Antonio da Rocha Faria e D. Josefa Paranhos da Rocha Faria.

Fez seus preparatórios no Externato Aquino, no Rio de Janeiro. Graduou-se em Medicina em 1875 e defendeu tese de doutoramento intitulada “Lesões Traumáticas do Encéfalo”.

O Dr. Rocha Faria começou clinicando nos subúrbios, depois abriu a Clínica Urbana na Rua Direita. Em 1885, obteve por concurso o cargo de Professor Adjunto de Higiene e História da Medicina, tornando-se Catedrático em 1888, após a transferência do titular, Nuno de Andrade, para a primeira cadeira de Clínica Médica. Em dezembro, foi nomeado inspetor-geral de Higiene Pública, onde permaneceu até 1890.

Enquanto erguia o Hospital São Sebastião, iniciava a construção de desinfetórios periféricos. Em abril de 1889, reorganizou o laboratório de higiene da Faculdade de Medicina, destacando dele o serviço de análise de bebidas e alimentos que, na República, tornou-se o Laboratório Nacional de Análises.

Ainda em 1889, foi agraciado com a comenda da Ordem de N. S. de Jesus Cristo.

Em 1896 foi presidente do Conselho Municipal de Higiene e Assistência Pública.

Foi eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina, em 1897, e transferiu-se para a categoria de Honorário a 01/09/1927. Foi Presidente da Secção de Medicina entre 1900 e 1902. É o Patrono da Cadeira 13.

Em 1916, passou a cátedra de higiene a Afrânio Peixoto, mas chefiou a enfermaria da Santa Casa de Misericórdia até 1932, quando completou 33 anos de serviço. Trabalhou, ainda, no Hospital da Beneficência Portuguesa.

É, ainda, o Patrono da cadeira 9 da Academia Brasileira de Medicina Militar.

Faleceu a 26 de janeiro de 1936, na cidade do Rio de Janeiro.

O nome do Hospital Estadual Rocha Faria, localizado na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, foi escolhido em sua homenagem, em 1940.