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Renato Ferraz Kehl

Nasceu em 22 de agosto de 1889, em Limeira, Estado de São Paulo. Filho de Joaquim Maynert Kehl e Rita de Cássia Ferraz Kehl.

Formou-se como farmacêutico em São Paulo, em 1909 e médico 6 anos depois pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

Dedicou-se aos problemas de hereditariedade com base na doutrina de Galton e passou, paulatinamente, a divulgar a eugenia no Brasil, criando assim em 1918 a Sociedade Eugênica de São Paulo e seu próprio órgão, o “Boletim de Eugenia”.

Na mesma época, através de carta a Belisário Penna, aderiu à campanha do Saneamento Rural do país, dela participando como inspetor sanitário, organizou também o Serviço de Educação Sanitária da Inspetoria da Lepra e Doenças Venéreas e o Museu de Higiene da Exposição Nacional do Centenário.

Como farmacêutico responsável e depois diretor médico da Química Bayer, durante 23 anos, fundou e dirigiu as publicações “Farmacêutico Brasileiro” e “Revista Terapêutica”, largamente difundidas entre médicos e farmacêuticos de todo o Brasil.

Essas atividades não o impediram de continuar, desde 1918, com a propagação da Eugenia, o que fez com persistente dedicação nas várias conferencias que pronunciou na Sociedade de Medicina e Cirurgia, na Academia Nacional de Medicina e em outras organizações médicos, além de números livros científicos e outros de fácil alcance e compreensão, nos quais divulgou também ensinamentos de medicina social, higiene mental e educação, que também foram objetos de palestras pelo rádio e artigos em jornais, inclusive colaborações nas revistas argentinas “Hijo Mio “ e “ Viva Cien Años”.

Eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina em 1932 e foi membro de conselhos, sociedades e associações nacionais e internacionais, tais como membro da Academia Nacional de Farmácia, membro Honorário da Academia de Medicina de Lima (Peru), membro Correspondente das Sociedades Eugênicas de Paris, Londres e México, membro e Presidente da Comissão Central Brasileira de Eugenia, membro do Institut International de Antropologia de Paris e membro da Associação Brasileira de Imprensa.

Transferiu-se para São Paulo, em 1945, passou a colaboração jornalística na “A Gazeta”, durante mais de 20 anos, escrevendo mais de mil artigos, quase diários, além da participação na imprensa médica argentina, peruana e espanhola, onde pontificavam outros expoentes, adeptos da eugenia.

Em 30 de novembro de 1967, recebeu da Academia Nacional de Medicina um pergaminho Honorifico pela sua “atividade médica e cientifica em prol da pátria e do acervo” e, ainda, em setembro de 1968, o distintivo de Membro Emérito da mesma organização.

Publicou vários trabalhos de sua especialidade, dentre estes “Lições de Eugenia”, “Eugenia e Medicina Social”, “Melhoremos e Prolonguemos a Vida”, “Psicologia da Personalidade”, “A cura da Fealdade”, “Porque sou Eugenista”, “Sexo e Civilização”, “Bíblia da Saúde”, “Dicionário Popular de Medicina de Urgência em colaboração com o Dr. Eduardo Monteiro”, “Como escolher um bom marido”, “Meu guia”, “Tipos vulgares”, “Catecismos para adultos”, “Conduta; Pais, Médicos e Mestres”, “Bio Pespectiva”, “A interpretação do homem”, “Envelheça Sorrindo” e “Através da Filosofia”.

Faleceu em 14 de agosto de 1978, em São Paulo.

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 342

Cadeira: 93 - Belisário Augusto de Oliveira Penna

Membro: Emérito

Secção: Ciencias aplicadas à Medicina

Eleição: 04/08/1932

Posse: 20/04/1933

Sob a presidência: Miguel de Oliveira Couto

Saudado: Abel Elias de Oliveira

Emerência: 14/11/1968

Antecessor: Rodolpho Albino Dias da Silva

Falecimento: 14/08/1974

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 342

Cadeira: 93 - Belisário Augusto de Oliveira Penna

Membro: Emérito

Secção: Ciencias aplicadas à Medicina

Eleição: 04/08/1932

Posse: 20/04/1933

Sob a presidência: Miguel de Oliveira Couto

Saudado: Abel Elias de Oliveira

Emerência: 14/11/1968

Antecessor: Rodolpho Albino Dias da Silva

Falecimento: 14/08/1974

Nasceu em 22 de agosto de 1889, em Limeira, Estado de São Paulo. Filho de Joaquim Maynert Kehl e Rita de Cássia Ferraz Kehl.

Formou-se como farmacêutico em São Paulo, em 1909 e médico 6 anos depois pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

Dedicou-se aos problemas de hereditariedade com base na doutrina de Galton e passou, paulatinamente, a divulgar a eugenia no Brasil, criando assim em 1918 a Sociedade Eugênica de São Paulo e seu próprio órgão, o “Boletim de Eugenia”.

Na mesma época, através de carta a Belisário Penna, aderiu à campanha do Saneamento Rural do país, dela participando como inspetor sanitário, organizou também o Serviço de Educação Sanitária da Inspetoria da Lepra e Doenças Venéreas e o Museu de Higiene da Exposição Nacional do Centenário.

Como farmacêutico responsável e depois diretor médico da Química Bayer, durante 23 anos, fundou e dirigiu as publicações “Farmacêutico Brasileiro” e “Revista Terapêutica”, largamente difundidas entre médicos e farmacêuticos de todo o Brasil.

Essas atividades não o impediram de continuar, desde 1918, com a propagação da Eugenia, o que fez com persistente dedicação nas várias conferencias que pronunciou na Sociedade de Medicina e Cirurgia, na Academia Nacional de Medicina e em outras organizações médicos, além de números livros científicos e outros de fácil alcance e compreensão, nos quais divulgou também ensinamentos de medicina social, higiene mental e educação, que também foram objetos de palestras pelo rádio e artigos em jornais, inclusive colaborações nas revistas argentinas “Hijo Mio “ e “ Viva Cien Años”.

Eleito Membro Titular da Academia Nacional de Medicina em 1932 e foi membro de conselhos, sociedades e associações nacionais e internacionais, tais como membro da Academia Nacional de Farmácia, membro Honorário da Academia de Medicina de Lima (Peru), membro Correspondente das Sociedades Eugênicas de Paris, Londres e México, membro e Presidente da Comissão Central Brasileira de Eugenia, membro do Institut International de Antropologia de Paris e membro da Associação Brasileira de Imprensa.

Transferiu-se para São Paulo, em 1945, passou a colaboração jornalística na “A Gazeta”, durante mais de 20 anos, escrevendo mais de mil artigos, quase diários, além da participação na imprensa médica argentina, peruana e espanhola, onde pontificavam outros expoentes, adeptos da eugenia.

Em 30 de novembro de 1967, recebeu da Academia Nacional de Medicina um pergaminho Honorifico pela sua “atividade médica e cientifica em prol da pátria e do acervo” e, ainda, em setembro de 1968, o distintivo de Membro Emérito da mesma organização.

Publicou vários trabalhos de sua especialidade, dentre estes “Lições de Eugenia”, “Eugenia e Medicina Social”, “Melhoremos e Prolonguemos a Vida”, “Psicologia da Personalidade”, “A cura da Fealdade”, “Porque sou Eugenista”, “Sexo e Civilização”, “Bíblia da Saúde”, “Dicionário Popular de Medicina de Urgência em colaboração com o Dr. Eduardo Monteiro”, “Como escolher um bom marido”, “Meu guia”, “Tipos vulgares”, “Catecismos para adultos”, “Conduta; Pais, Médicos e Mestres”, “Bio Pespectiva”, “A interpretação do homem”, “Envelheça Sorrindo” e “Através da Filosofia”.

Faleceu em 14 de agosto de 1978, em São Paulo.