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Jayme Pecegueiro Gomes da Cruz

Nasceu em 10 de agosto de 1906, no Rio de Janeiro (RJ).

Filho de José Gomes da Cruz e Georgia Pecegueiro da Cruz.

Graduou-se em 1926 pela Escola de Farmácia anexa à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, atual Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Professor da Cadeira de Botânica Aplicada à Farmácia da Escola de Medicina e Cirurgia (1930), Docente livre da Cadeira de Farmacognosia da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1946) e Catedrático de Farmacognosia da Faculdade de Farmácia da Universidade do Rio de Janeiro (1959). Foi ainda Diretor da Faculdade de Farmácia da UFRJ (1968 a 1974).

Foi Chefe do Departamento de Farmacognosia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e contribuiu para a organização do Centro de Pesquisas de Produtos Naturais da instituição, no Campus da Praia Vermelha (1963).

Fez parte também de diversas instituições científicas, entre elas a Associação Brasileira de Farmacêuticos (1927), onde atuou como Secretário Geral (1939 a 1940), o Conselho Regional de Farmácia da Guanabara, como Tesoureiro (1963), e a Academia Nacional de Farmácia (1937), instituição da qual foi fundador.

Atuou como Redator Técnico da Revista de Flora Medicinal (1935), onde publicou dezenas de artigos, como Proteção às plantas medicinais e Botânica Sistemática, pela Revista Flora Medicinal. Publicou também diversas teses e trabalhos científicos.

Participou de congressos, simpósios e mesas redondas, nacionais e internacionais, e recebeu diversos prêmios, como o Prêmio São Lucas pela Academia Nacional de Medicina, por dois anos (1930 e 1932).

Patrono da Cadeira nº 10 da Academia Brasileira de Farmácia Militar e da Cadeira nº 59 da Academia Nacional de Farmácia.

Na ocasião de sua candidatura a Membro Titular da Academia Nacional de Medicina, apresentou memória intitulada “Contribuição para o conhecimento da medicina ameríndia”.

Faleceu em 27 de maio de 1983.

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 489

Cadeira: 92 - Isaac Werneck da Silva Santos

Membro: Titular

Secção: Ciencias aplicadas à Medicina

Eleição: 06/06/1974

Posse: 22/08/1974

Sob a presidência: Deolindo Augusto de Nunes Couto

Antecessor: Abel Elias de Oliveira

Falecimento: 27/05/1983

Informações do Acadêmico

Número acadêmico: 489

Cadeira: 92 - Isaac Werneck da Silva Santos

Membro: Titular

Secção: Ciencias aplicadas à Medicina

Eleição: 06/06/1974

Posse: 22/08/1974

Sob a presidência: Deolindo Augusto de Nunes Couto

Antecessor: Abel Elias de Oliveira

Falecimento: 27/05/1983

Nasceu em 10 de agosto de 1906, no Rio de Janeiro (RJ).

Filho de José Gomes da Cruz e Georgia Pecegueiro da Cruz.

Graduou-se em 1926 pela Escola de Farmácia anexa à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, atual Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Professor da Cadeira de Botânica Aplicada à Farmácia da Escola de Medicina e Cirurgia (1930), Docente livre da Cadeira de Farmacognosia da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1946) e Catedrático de Farmacognosia da Faculdade de Farmácia da Universidade do Rio de Janeiro (1959). Foi ainda Diretor da Faculdade de Farmácia da UFRJ (1968 a 1974).

Foi Chefe do Departamento de Farmacognosia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e contribuiu para a organização do Centro de Pesquisas de Produtos Naturais da instituição, no Campus da Praia Vermelha (1963).

Fez parte também de diversas instituições científicas, entre elas a Associação Brasileira de Farmacêuticos (1927), onde atuou como Secretário Geral (1939 a 1940), o Conselho Regional de Farmácia da Guanabara, como Tesoureiro (1963), e a Academia Nacional de Farmácia (1937), instituição da qual foi fundador.

Atuou como Redator Técnico da Revista de Flora Medicinal (1935), onde publicou dezenas de artigos, como Proteção às plantas medicinais e Botânica Sistemática, pela Revista Flora Medicinal. Publicou também diversas teses e trabalhos científicos.

Participou de congressos, simpósios e mesas redondas, nacionais e internacionais, e recebeu diversos prêmios, como o Prêmio São Lucas pela Academia Nacional de Medicina, por dois anos (1930 e 1932).

Patrono da Cadeira nº 10 da Academia Brasileira de Farmácia Militar e da Cadeira nº 59 da Academia Nacional de Farmácia.

Na ocasião de sua candidatura a Membro Titular da Academia Nacional de Medicina, apresentou memória intitulada “Contribuição para o conhecimento da medicina ameríndia”.

Faleceu em 27 de maio de 1983.

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